VelloCar

Vellow Sistemas

O carro reservado sai da vitrine
no mesmo segundo.

O VelloCar é o sistema da loja de veículos de ponta a ponta: captação, preparação com as despesas que entram no custo, cadastro com fotos, precificação, funil de leads, proposta com aprovação de desconto, venda com checklist documental e entrega. E, no centro de tudo, um registro mestre por veículo — o mesmo que alimenta o painel, o site da loja e os canais. Anunciar não é cadastrar de novo: é marcar onde aquele carro aparece.

1 cadastro do veículo alimenta painel, site da loja e canais — sem redigitação
cada regra que protege a reserva existe duas vezes: no sistema e no banco
194 verificações automáticas passando a cada mudança

Três coisas que um sistema de loja de veículos não pode errar

Não são recursos: são as decisões que dão forma ao resto. Um sistema que erra qualquer uma delas volta a exigir a planilha ao lado — e a planilha é onde a loja anuncia carro que já foi vendido.

Um registro, três destinos

O veículo é cadastrado uma vez. O painel lê dele, o site da loja lê dele e os canais leem dele. Onde o anúncio é uma cópia, a remarcação de preço vira três tarefas — e a que ninguém fez é justamente a que o comprador está olhando.

Reserva viva é uma só

Dois compradores clicando em “reservar” no mesmo instante: um recebe a reserva, o outro recebe uma frase clara. Quem decide é um índice único no banco, não um if na tela — porque entre a conferência e a gravação cabe a outra requisição, e é exatamente aí que dois sinais entram no mesmo carro.

A vitrine é feita no servidor

As páginas do site da loja saem prontas do servidor, com endereço canônico, mapa do site e dados estruturados de veículo. Carro vendido não some: responde 301 e leva a busca para o catálogo. Uma vitrine montada só no navegador entrega página vazia ao buscador — e some do Google junto.

O que o sistema faz

Nove blocos que já estão no ar. Cada um existe porque resolve um problema que a loja hoje resolve no caderno, no grupo de WhatsApp ou na planilha do gerente.

Estoque de veículos

Marca, modelo, versão, ano, km, placa, chassi, cor, câmbio, combustível, opcionais e fotos. Cada carro tem código, estado e o tempo em estoque — o número que diz quanto o pátio está custando.

Custo real e margem

Compra, mais despesas de preparação lançadas uma a uma (funilaria, pneu, revisão, documentação). A margem que a venda mostra é sobre o custo real, não sobre o valor da compra — e quem não pode ver custo simplesmente não vê.

Site da loja

Catálogo com busca e filtros, página por veículo, contato e formulário. Marca, logotipo e cores são do lojista. Sai do próprio estoque: publicar é um estado do carro, não um segundo cadastro.

Leads e funil

Todo contato — do site, do telefone, do balcão — vira lead com origem, veículo de interesse e dono. Distribuição automática por carga, tarefa de próximo passo e SLA de primeiro contato medido em minutos.

Reserva online

O comprador segura o carro pelo site, com ou sem sinal. A reserva tira o veículo da vitrine na hora, vence sozinha no prazo configurado e devolve o carro ao catálogo — sem ninguém precisar lembrar.

Proposta e desconto

Proposta com itens, entrada, financiamento e troca avaliada. Desconto acima do limite, ou abaixo do piso do veículo, trava esperando aval da gerência: quem negocia não é quem autoriza.

Venda e entrega

A venda nasce com o checklist documental (documentação, financeiro, preparação, entrega). Entregar com pendência em aberto é recusado — é isso que faz o cliente voltar três vezes, e na terceira ele volta bravo.

Canais e publicação

Uma linha por par canal-veículo, com a pendência mais recente. Remarcou o preço, os canais publicados entram na fila de atualização sozinhos — o anúncio com o preço velho é uma discussão no balcão.

Painel e auditoria

Estoque por faixa de idade, giro, funil por etapa, conversão e margem. E a trilha: toda mudança de preço, estado, reserva e desconto guarda quem fez, quando e por quê — sem poder ser alterada nem apagada.

O caminho do veículo, da captação à entrega

Cada passo grava quem fez, quando e por quê. É o histórico do veículo — imutável por trigger no banco. E é ele que responde “por que este carro ficou 90 dias no pátio”.

  1. 1

    Captado

    Entrou por compra, troca ou consignação. A origem fica gravada: consignado não é da loja, e o dia em que isso se confunde alguém vende um carro que não era para vender.

  2. 2

    Em preparação

    Funilaria, pneu, revisão, documentação e limpeza. Cada despesa entra no custo do carro — não numa conta genérica que ninguém consegue atribuir depois.

  3. 3

    Disponível

    O único estado que aparece no site. Para chegar aqui o cadastro precisa estar completo: preço, quilometragem, cor, descrição e pelo menos três fotos.

  4. 4

    Reservado

    Saiu da vitrine e dos canais. A reserva tem prazo e vence sozinha: reserva que depende de alguém lembrar de cancelar é carro parado sem ninguém saber por quê.

  5. 5

    Em proposta

    Negociação em curso, com valor, entrada, troca e o desconto pedido. Acima do limite, a proposta espera o aval — e o pedido de aval fica registrado com nome.

  6. 6

    Vendido

    A venda abre o checklist documental. O anúncio some dos canais e a página do carro passa a responder 301 para o catálogo, em vez de sumir.

  7. 7

    Entregue

    Com o checklist completo e o nome de quem retirou. É a data que fecha o giro do veículo e alimenta o tempo médio de estoque.

Presença digital

O site é da loja, não nosso

A vitrine que o comprador vê usa o nome, o logotipo e as cores do lojista. A assinatura da Vellow fica no rodapé, em corpo menor que o nome dele. Um site de loja com a nossa marca em cima seria propaganda nossa paga pelo cliente.

O que a vitrine mostra

  • Só o que está disponível — o reservado sai na hora
  • Preço anunciado, ou “consulte”, se a loja trabalhar assim
  • Fotos na ordem que o lojista definiu, a primeira é a capa
  • Página própria por veículo, com endereço legível e permanente
  • Dados estruturados de veículo, mapa do site e endereço canônico
  • Formulário que vira lead no funil, com origem e veículo

O que ela nunca mostra

  • Custo de compra, despesa de preparação ou margem
  • Preço mínimo — o piso da negociação é da loja
  • Nome de outro comprador, proposta ou reserva alheia
  • Carro de outra loja da mesma rede, quando o escopo é por loja
  • Veículo bloqueado, devolvido ou arquivado

Não é filtro de tela: as consultas públicas nem selecionam as colunas de custo do banco. Campo que não é lido não vaza por descuido de quem escreveu a próxima tela.

As regras que o sistema não deixa furar

Cada uma existe porque custa caro quando falha. As marcadas com banco não dependem do sistema: valem mesmo para quem abrir o banco por fora.

  1. Um veículo só tem uma reserva viva por vez. banco
  2. Reservar tira o carro da vitrine e dos canais na mesma transação.
  3. A reserva vence sozinha e devolve o veículo ao catálogo.
  4. Reserva não se apaga — encerrar é mudar o status dela. banco
  5. Só entra na vitrine o cadastro completo, com três fotos ou mais.
  6. Cada veículo tem uma foto de capa, e só uma. banco
  7. Remarcar o preço enfileira a atualização em todo canal publicado.
  8. Desconto acima do limite, ou abaixo do piso, exige aval de outra pessoa.
  9. Não se entrega o veículo com pendência aberta no checklist.
  10. O histórico do veículo registra toda mudança de estado. banco
  11. A interação com o lead não se edita nem se apaga. banco
  12. A trilha de auditoria não aceita alteração nem exclusão. banco

O que já está pronto e o que vem depois

Dizer o que ainda não existe é parte da entrega. Recurso prometido e não entregue é o que faz o cliente parar de acreditar no que foi entregue.

MVP 1 — no ar

Empresas, lojas, usuários e permissões. Estoque de veículos com fotos, custo e despesas de preparação. Site da loja com catálogo, página do veículo, contato e reserva online. Leads e funil com SLA. Propostas com aprovação de desconto. Venda, checklist e entrega. Painel, exportações e auditoria.

Fase 2

Integração de verdade com os marketplaces (a estrutura está pronta; falta a credencial de cada canal, que é do cliente). Envio de WhatsApp e e-mail com fila e disparo automático. Simulação e proposta de financiamento com a instituição. Consulta veicular por placa. Assinatura eletrônica dos documentos da venda.

Fase 3

Aplicativo do vendedor com captura de fotos no pátio. Precificação assistida por histórico de giro. Repasse entre lojas da rede. Pós-venda e recompra. Integração fiscal e contábil.

Quer ver com dados de verdade?

O sistema já sobe com uma loja de demonstração — duas unidades, doze veículos, sete deles na vitrine, leads com o SLA estourado, uma proposta parada esperando aval de desconto e uma venda com o checklist pela metade. É o estado real de uma loja numa terça-feira, não uma tela de exemplo.